• Imagem 1 Igreja São José Operário
    Arquiteto: Iaro Burain, formato de v, v de veredas, e a escadaria em formato de cálice.
  • Imagem 2 Projeto
    Projeto Unimed Carbono Neutro, 17 mudas de Ipê Amarelo
  • Imagem 3
    Preservar o meio ambiente é preservar a qualidade de VIDA hoje e sempre.
  • Imagem 4 Campanha contra acidentes
    Vídeo a favor da redução do índice de acidentes na BR 381
  • Imagem 5 Ciclo de vida do papel
    O papel, sucessor do papiro e do pergaminho, começou a ser utilizado no ano 105 d.C. pelos chineses... Continuar lendo.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Hora do Planeta acontece em 26 de março, das 20h30 às 21h30


26 cidades do Brasil aderiram ao movimento que deixa as luzes apagadas por uma hora

(UOL) A Hora do Planeta é um evento simbólico, promovido no mundo pelo WWF, em que empresas e residências apagam suas luzes por uma hora. Neste ano, será realizado no dia 26 de março, um sábado, das 20h30 às 21h30. A intenção é que a ação possa chamar a atenção das pessoas para uma reflexão sobre questões ambientais e os desafios do aquecimento global.

Ao todo, 26 cidades do país já aderiram à ação, entre elas as capitais Aracaju (SE), Goiânia (GO), Rio Branco (AC), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ) e Vitória (ES)(a lista completa das cidades podem ser vistas no site oficial). Empresas e shoppings também já aderiram ao movimento, que é apoiado pelo Banco do Brasil, Coca-Cola e a Tim.

Se você quer aderir ao movimento, vejas as dicas que o próprio WWF disponibiliza:

1. Faça a inscrição (gratuita) no site (http://www.horadoplaneta.org.br/). Você pode receber informações regularmente sobre o evento.
2. Monte equipes para a Hora do Planeta, tentando fazer com que familiares e amigos participem da ação com você. Você também pode tentar conscientizar comerciantes e até empresários da cidade sobre a importância do momento.
3. Repasse a informação. No site da Hora do Planeta, estão disponíveis informações e até vídeos sobre os anos anteriores. Tente mostrar para pessoas e disseminar a informação nas redes sociais.
4. Seja criativo para passar uma hora do seu dia sem energia elétrica. O WWF indica jogos de tabuleiro, jantares românticos, festas com música acústica e até a observação das estrelas, que deve ser melhor nas cidades que apagarem suas luzes.
5. A partir dessa hora, tente ver como consegue diminuir o uso da energia em outros momentos também. Reflita também como pode reduzir o consumo de outras fontes, como água ou combustíveis.

Além disso, vale também fazer um planejamento de ações, para que você não precisa acender as luzes no meio da Hora do Planeta. Deixar alimentos preparados e arrumar as coisas que você vai precisar usar durante a hora (como velas) facilita a dinâmica do grupo.

História
A Hora do Planeta foi realizada pela primeira vez em 2007 e contou com a participação de 2,2 milhões de moradores de Sidney, na Austrália. Em 2008, o movimento mobilizou 50 milhões de pessoas, de 400 cidades em 25 países e vários ícones mundiais (como o Coliseu ou o Golden Gate) tiveram as luzes apagadas simultâneamente).

A primeira vez em que aconteceu no Brasil foi 2009, com a adesão de 113 cidades. Monumentos como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar ficaram no escuto por uma hora completa. Já em 2010, a Hora do Planeta reuniu mais de um bilhão de pessoas em 4200 cidades do mundo.

Referência: Gilberto Cardoso Parreira GEAMON

terça-feira, 22 de março de 2011

SUSTENTABILIDADE! 21 /MARÇO/ 2011

DIA DA ÁGUA, DIA DA ARVORE, DIA DO MAR, DIA DO AR, DIA DO OXIGÊNIO, DIA DA VIDA, DIA DOS PÁSSAROS, DIA DAS ABELHAS, DIA DAS FLORES, DIA DOS FRUTOS, DIA DAS SEMENTES, DIA DOS SOLOS FÉRTEIS, DIA DOS VERDES DAS FLORESTAS, DIA DOS FAUNA, DIA DA HUMANIDADE, DIA DO EQUILÍBRIO DA SUSTENTABILIDADE! PRESERVE FILHOS, PRESERVE FILHAS, PRESERVE NETOS E PLANETAS.

PRESERVAR O MEIO AMBIENTE É PRESERVAR A QUALIDADE DE VIDA HOJE E SEMPRE!

Jaime Ramos
Ano da árvore dia da água

Referência: Jaime Batista Ramos

quarta-feira, 16 de março de 2011

Imagens do terremoto do japão

Japao
Referência: Luiz Marques Mendes (Boro)

O perigo mora aqui.

Filie-se

TUITAÇO PELA #ENERGIALIMPA

Olá, ciberativista

Não bastou o terremoto. Não bastou o tsunami. Veio o acidente nuclear para piorar a situação no Japão. Nossas angústias permanecem com o povo japonês, que agora, além de ter que recompor o país, precisa lidar com uma crise causada pelos riscos inerentes ​​das usinas nucleares.

Há quase 40 anos, o Greenpeace alerta o mundo sobre os perigos da energia nuclear. Os inúmeros avisos, no entanto, não contribuem para minimizar a dor das pessoas que perderam suas famílias, amigos, casas, empregos. Por isso, antes de tudo, queremos mandar nosso mais profundo sentimento de solidariedade a todos os japoneses e seus familiares.

Olhando o desastre no Japão, fica claro que ao grau de devastação das forças da natureza junta-se agora à tragédia nuclear, fruto da imprevidência e da aposta num tipo de energia cuja essência é a destruição. Ela também está perto de nós, aqui no Brasil.

As usinas Angra I e II passam frequentemente por pequenos acidentes. Elas estão em terreno arenoso, próximas ao oceano e entre as duas maiores cidades do país. Qual é o plano do Brasil para evacuar as pessoas que moram em um raio de 20km dessas usinas, como fez o Japão?

Por que nossas usinas nucleares não são tão seguras como dizem as empreiteiras e o governo e por que investir nelas quando há outras formas de geração mais baratas, limpas e infinitamente menos ameaçadoras?

Para esclarecer todos os riscos da energia nuclear e quais são os tipos de energia mais seguros para o Brasil, convidamos você a participar de um bate-papo online com Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de energia do Greenpeace.

O chat acontece nesta quarta-feira, dia 16, das 16h às 17h, horário de Brasília, aqui.

Traga suas dúvidas, convide seus amigos, divulgue no twitter e no seu facebook. Ajude-nos a fazer do Brasil um lugar mais seguro e limpo.

Referência:Jaime Batista Ramos